Vale Sagrado dos Incas.

     Antes de começar a falar do vale quero esclarecer algo que sempre questionam quando alguém chega ao Peru. Qual a diferença entre Lhama, Alpaca, Vicunha e Guanaco? Abaixo, em sentido horário estão eles. Os dois primeiros são domesticados e mais fáceis de se ver. Os dois últimos são selvagens sendo possível ver a vicunha na estrada entre Puno e Arequipa.

     O Vale Sagrado recebeu esse nome porque os Incas atribuíram ao vale e ao rio Urubamba um caráter sagrado já que seus astrônomos e sacerdotes sustentavam que eram uma proteção da via Láctea, onde se encontravam as constelações sacras como as lhamas, o condor, as árvores, etc.

     No vale encontramos sítios arqueológicos bem interessantes como o de Pisac, ao lado direito do rio Urubamba. O complexo pode ser classificado em três partes: a militar, a religiosa  e as moradias.

Ollantaytambo é outro sítio, localizado muito próximo a Machu Pichu. Foi um complexo de grande importância para o governo Inca.

Chinchero é uma cidade erguida no meio de antigas construções incas que controlavam o acesso para o vale Sagrado.

Como não tinhamos tempo deixamos de visitar as Salinas de Maras e os terraços circulares de Moray, passeios interessantes.

No próximo post Ruta Del Sol, o caminho de Cusco a Puno.

Até mais!

Claudia & Marcos

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