Pequim – uma visita à Cidade Proibida, ao Zoológico e ao Parque Olímpico.

     Nos encontramos com nosso novo amigo paulista no nosso hotel pela manhã e fomos visitar a Cidade Proibida logo ali próximo. Também chamado de Museu do Palácio, trata-se de um conjunto de construções imperiais antigas que tem a maior escala e a melhor conservação do mundo. A entrada custou em junho/12, ¥60,00, cerca de U$ 10,00. O local é imenso e dá pra ser visitado sozinho. Mas se você quiser entender um pouco mais sobre o lugar, pode solicitar um audio-guide ou até mesmo fazer o download de umas das sugestões de roteiro encontradas no site do museu. Fizemos o nosso passeio sozinhos e apreciamos muito o que encontramos por lá.

As estatuetas nas arestas dos telhados representam a importância do edifício. Quanto mais estatuetas, maior o status.

No museu são encontradas informações em inglês, portanto quem domina a língua pode se locomover por lá facilmente.

    Para os que não dominam, nada melhor que um ícone mais do que conhecido internacionalmente para a hora do aperto.

     Saímos da cidade proibida e rumamos para o norte de taxi, a fim de conhecer o zoológico de Pequim e ver os tão famosos pandas. Confesso que para quem conhece os zoos de Berlim e de Stuttgart, na Alemanha, o de Pequim deixou a desejar oelo seu mal estado de conservação. Mesmo assim aproveitamos o passeio, afina precisávamos fazer render os ¥40,00 ( cerca de US 6,00 ) que havíamos investido no ingresso.

     O zoológico de Pequim foi fundado em 1906, cobrindo uma área de 86 hectares. Ali mais de 5.000 animais de 450 espécies são apresentados ao público. Fomos direto ao que mais nos interessava – o Panda Gigante. E eles são tão fofinhos – parecem bichinhos de pelúcia.

Depois de visitar os famosos, hora de ver outros moradores do local.

Uma tempestade se armou e de repente estávamos numa daquelas situações que rendem ótimas histórias de viagem. Nos abrigamos da chuva junto a um quiosque de sorvetes. A chuva era tanta que a vendedora sugeriu que um de nós entrassemos no quiosque para se proteger melhor. E lá se foi o paulista, com os sapatos encharcados, pra dentro do pequeno espaço. Com a ajuda de um tradutor eletrônico inglês – chinês, conseguimos nos comunicar e fazer uma nova amiga, com direito a foto para recordação e tudo mais.

     Passada a chuva, era hora de se aventurar no metrô e ir até o Parque Olímpico, centro das atenções durante as Olimpíadas de Pequim em 2008.

     chegamos ao Centro Olímpico e já de cara nos deparamos com o Ninho de Pássaro, uma estrutura extraordinária, palco das cerimônias de abertura e encerramento dos jogos e das provas de atletismo e a final do futebol.

       E ali ao lado, tão famoso quanto, estava o cubo d’Água, revestido por três mil gigantescas bolhas de plástico translúcido, uma loucura.     O parque é enorme e é frequentado por milhares de turistas de todos os cantos do mundo.     Após a visita, pegamos o metro em direção à nossos hotéis. Nos despedimos de nosso amigo, que ficaria mais algum tempo no interior da China, à trabalho.

    À noite demos uma volta pela Rua Wangfunging, uma rua comercial e nos deparamos com uma ruela onde são vendidos os mais exóticos espetinhos: estrela do mar, cavalo marinho e escorpião. Se alguém come eu não sei, não vi. Só sei é que os turistas aqui preferiram não pagar pra ver, ou melhor, comer.     Servidos? Acho que não, né?

Um abraço

Claudia & Marcos

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