HONG KONG – O território.

Partimos de Guilin com destino a Hong Kong, no dia 08 de junho de 2012. Já sabíamos que iríamos encontrar uma China diferente, já que estaríamos num local que já tinha sido colônia britânica e que possui uma administração especial e muita autonomia.

Para entender um pouco sobre esse destino, abaixo coloco um mapa. Todo o território é constituído pela ilha de Hong Kong, Lantau, península de Kowloon, os Novos Territórios e mais umas 260 ilhas menores.


Hk-map

O aeroporto internacional de Hong Kong ( IATA HKG) fica em Lantau e como optamos por nos hospedar em Kowloon, pegamos o ônibus público A21 ( que custou na época HK$ 33,00 – cerca de U$ 4,00 por pessoa ) e descemos na Nathan Road, uma das principais vias de acesso a Kowloon.

CIMG4290

Hospedar-se na península é uma boa opção pra quem quer economizar. Ficamos no STANFORD HOTEL e ao seu redor havia muita opção de comércio e de restaurantes. Além disso era possível encontrar um Seven Eleven ( loja de conveniência) a cada duas quadras onde havia várias opções de saladas, sanduiches, bebidas e diversas outras opções para alimentação.

Kowloon é bem plana e é possível conhecê-la à pé. Tem museus, centros culturais, parque e vários tipos de mercados. A parte mais emblemática da cidade talvez seja a zona portuária de Tsim Sha Tsui onde podemos ver a velha torre do relógio (erguido em 1915 ) e caminhar pela promenade, uma área urbanizada de onde se tem um lindo visual do porto de Victoria e do skyline de Hong Kong. Aliás, desse ponto, à noite, se vê um show fantástico de luz e som muito bem sincronizado.

DSC_1417 DSC_1405 DSC_1397

DSC_1548

E para quem gosta de programação noturna vale percorrer as ruas de pedestres e ver as apresentações dos artistas de rua que tocam, cantam e até dançam. E para finalizar, que tal uma passadinha no Night Market? Muitos produtos, muitos ” genéricos” e um exercício bem legal para nós que não estamos acostumados – a barganha!!!

Programamos 4 noites nesse destino então aguarde mais informações na próxima postagem.

Um abraço

Claudia & Marcos

O Caminho Sagrado e as Muralhas da China

Chegar até algum dos trechos da Grande Muralha por conta própria pode ser um tanto difícil num país de língua totalmente diferente da nossa como é o caso da China. Optamos por fazer um tour oferecido pelo hotel que contemplava o Caminho Sagrado das Tumbas Ming e o trecho Mutianyu da Muralha. ( 57 EUR em junho/12 ).

Os túmulos Ming, local de repouso de 13 imperadores dessa dinastia, situam-se a uns 50km a noroeste de Pequim e são um dos melhores exemplos da arquitetura imperial funerária da China. No complexo, construído segundo regras do feng-shui, existem portões, pavilhões e um trecho chamado Caminho Sagrado ou Caminho dos Espíritos. Nesse trecho estão dispostos em ambos os lados, 36 estátuas de altos funcionários, soldados, animais e bestas mitológicas – guardiões de pedra dispostos em pares para proteção dos imperadores.

CIMG3910

     DSC_0889

   CIMG3923

 Saímos do Complexo das Tumbas Ming na expectativa de vivenciar a experiência de estar na tão falada Muralha da China.

     A Grande Muralha foi construída durante várias dinastias, como um sistema de defesa. Por não ser uma estrutura única, as características e materiais da muralha variam de região para região. Estima-se que a junção de todas as secções localizadas na fronteira norte do antigo reino chinês totalize 15.000km.

     Escolhemos visitar o trecho Mutianyu por ser um local menos procurado por turistas em geral, para que pudessemos admirar o local com mais calma e tranquilidade. Para subir até a muralha é necessário pegar carona num cable car. A subida é ingrime e o visual é algo impressionante – é como ver uma grande cobra de pedra serpentear por entre a vegetação abundante.

DSC_0934

DSC_0946

     Caminhar pela muralha é uma experiência única. Impossível não pensar nas milhares de pessoas envolvidas na construção desse gigante de pedra.

     Mutianyu tem subidas bem acentuadas, especialmente se você decidir ir para o lado direito quando chegar com o cable car. É preciso fôlego para subir as escadarias mas o espetáculo que te espera lá em cima vale cada suspiro.

DSC_0982

CIMG3966

     Achamos que tínhamos visto tudo e que a melhor parte da visita já tinha passado mas o melhor tinha ficado para o final ( o melhor em termos de aventura ). Descer de cable car?… Não!! O que nos esperava era nada mais nada menos que um tobogã – o máximo!!! A vontade que deu foi de subir denovo só para andar mais uma vez…hehe

DSC_0989

CIMG3998

     Saímos das muralhas e, antes de retornar ao hotel, demos uma passada numa fábrica de produtos de seda, em Pequim. Além de aprendermos todo o processo de fabricação da seda e ver os belos produtos feitos com ela, pudemos conhecer um prédio com decoração típica chinesa.

DSC_1018

DSC_1020

DSC_1022

DSC_1011

     O dia terminou na movimentada Wangfujing, principal rua de comércio de Pequim.

DSC_1029

DSC_1031

No próximo post, mais um pouco de Pequim

Um abraço

Claudia & Marcos

Ocidentais famosos em Pequim

     Nas nossas pesquisas pré-viagem, tinha ouvido falar na fixação dos orientais em tirar fotos com os ocidentais. Não sei o porquê de tudo isso mas sei que viramos celebridade na China…heheh  Meninas, Rapazes, Senhoras e Senhores nos abordavam perguntando se poderíamos tirar fotos junto com eles. A primeira vez foi estranho pois não entendemos direito se era pra tirar a foto pra eles ou com eles. Depois a coisa deslanchou e foi motivo pra muitas risadas: quando não nos paravam por um bom tempo pensávamos que nossa popularidade tinha caído…hahah

     Registramos todas as fotos e tá aí um bom apanhado delas:

CIMG3661 CIMG3662 CIMG3671 CIMG3675DSC_0772 DSC_0773 DSC_0814 DSC_0817 DSC_0846

Viu só? Vai ser famoso lá na China!!!

Um autógrafo

Claudia & Marcos

Pequim – dia de explorar a cidade!

     Saímos pela manhã em direção ao Tia Tan -o Templo do Céu. O Templo, construído em 1420 fica ao sul de Pequim e é o local onde os imperadores das Dinastias Ming e Qing ofereciam sacríficios ao Deus do Céu e da Terra. A entrada para o parque saiu ¥35,00 ( Yuan) em junho de 2012 ( cerca de U$ 5,00 ). O local é lindo e as construções impressionantes.

     Depois de cerca de 1 hora visitando o complexo do templo, nos dirigimos em direção à Praça da Paz Celestial. Na nossa caminhada, vários motoristas de moto-taxi ofereceram seu serviço. Negamos várias vezes mas eles são tão insistentes ( muitas vezes até chatos ) que resolvemos passar pela experiência pelo menos uma vez. Combinamos um valor de ¥20 ( cerca de U$3,00 ) para uma ” corrida” até a Praça. O motorista se mostrou muito simpático durante o trajeto e até tentou desviar do caminho e nos mostrar os famosos Hutongs ( ruas estreitas típicas ) mas dissemos um não, obrigado firme e forte e ele continuou pelo roteiro combinado. Ao chegar à Praça lhe demos os ¥20 combinados e ele teve a coragem de dizer : mas era ¥20 para cada um… Ficamos indignados, xingamos ele em português e andamos em direção à Praça deixando ele pra tras, junto com sua ganância. Se eles soubessem como um episódio desses denigre  a imagem de um povo e um país…

     Chegamos enfim ao centro da praça, local marcado na história por causa dos protestos estudantis de 1989. Trata-se de um amplo espaço aberto no coração de Pequim, onde se encontra também o Mausoléu de Mao Tse Tung. Ao redor da praça estão alguns edifícios da era soviética ( década de 50 ) e também um antigo portão dos muros da cidade.

     Ao norte da praça encontra-se a Cidade Proibida, o complexo arquitetônico mais grandioso da China, terminado em 140. Nele, 24 imperadores reinaram por quase 500 anos. Para o público, o palácio só foi totalmente aberto em 1949. O horário de funcionamento é das 08:30 – 17:00. Chegamos tarde e resolvemos deixar a visita para o outro dia.

     Aproveitamos a proximidade e fomos ver o Grande Teatro Nacional, uma casa de ópera, inaugurada em 2007, projeto do arquiteto francês Paul Andreu. O teatro localiza-se ‘a oeste da Praça da Paz Celestial.

     No fim da noite assistimos a um espetáculo em outro teatro mais afastado dali. Um show de acrobacias com direito até a globo da morte com 5 motos. Interessante mas nada espetacular – daqueles shows pra turista ver.

     E numas dessas coincidencias da vida, sentou-se ao nosso lado um paulista que estava na China à trabalho. Conversamos bastante e combinamos de conhecer Pequim juntos no outro dia.

    

     E o outro dia virá no próximo post.

     Até mais.

     Claudia & Marcos

por planodeviagem Postado em Sem categoria Com a tag

Pequim – a capital do Norte.

     A República Popular da China é o maior país da Ásia Oriental e o mais populoso do mundo. É uma república socialista governada pelo partido comunista. Pequim é a capital e a segunda maior cidade da China.

     Chegamos em Pequim à noite, depois de um voo de 7 horas direto de Dubai e já no avião tivemos uma prévia do que seriam os nossos dias na China. Os Chineses em geral são agitados, comem noodles de manhã, de tarde e de noite e…pasmem…adoram cuspir no chão. Ao chegar no aeroporto logo pudemos ver os desafios que viriam pela frente – muitos dos chineses não falam o inglês e a comunicação se torna um pouquinho complicada.  Como havia estudado sobre a chegada à cidade, nos encaminhamos para o ticket office do Shuttle Bus, um serviço de ônibus que conecta o aeroporto ao centro da cidade em cerca de 30 minutos. De lá pegamos um taxi até o Hotel Days Inn Forbidden City, que é nada mais nada menos do que vizinho da cidade proibida – super bem localizado. Temos certeza de que pagamos mais do que deveríamos para o taxista mas esse, infelizmente, é um problema que é encontrado em todo o mundo ( Taxista cobrando mais de turista. )

     A nossa localização permitiu circular pela cidade facilmente, já que o metrô estava  bem pertinho e alguns pontos turísticos ficavam a uma distância fácil pra quem gosta de caminhar, como nós.

     Nos acomodamos no hotel e nos preparamos para o próximo dia, um dia para explorar a cidade e ver muito daquilo que só tínhamos visto em livros e filmes.

     No próximo post tem mais Pequim pra vocês.

    Até lá

     Claudia & Marcos

por planodeviagem Postado em Sem categoria Com a tag

Visitando a China – lá do outro lado do mundo!

     Visitar a China nunca foi prioridade pra nós mas confesso que no fundo tínhamos curiosidade de visitar esse país tão peculiar e de cultura tão diferente.

     O primeiro passo para concretizar a visita foi providenciar o visto chinês, já que na China tem essa exigência para brasileiros. Enviamos os documentos para o consulado através de uma empresa especializada e em menos de 15 dias tínhamos os nossos vistos com direito a 2 entradas no país.

     Nossa viagem à Pequim foi a partir de Dubai mas só pra constar, pra quem pretende ir para as bandas de lá, a partir de Porto Alegre, são necessárias no mínimo 26 horas de viagem contando conexões. Bastante tempo, não é? Por isso recomendamos fortemente uma parada intermediária para descanso e ajuste do fuso já que lá são 11 horas a mais do que aqui.

     Enquanto você fica fazendo as contas aqui, nós vamos preparando o próximo post, com muitas informações sobre Pequim.

     Nos encontramos lá.

     Claudia & Marcos

por planodeviagem Postado em Sem categoria Com a tag